Qual bicicleta Specialized escolher? /Which Specialized bike to choose?

Para uma prova de gran fondo ou ciclismo de longa distância, a escolha de uma bicicleta adequada é quase tão importante quanto a preparação física. O equipamento correto permite que você tenha a ferramenta certa e consiga pedalar com conforto  e desempenho, sem dores extras.

Quando falamos de modelo ideal, não queremos dizer de um modelo específico, mas sim, dentro das possíveis escolhas, aquela que mais se encaixa com o perfil de ciclista, é fundamental levar em conta a forma de pedalar e a maior relevância para cada um, afinal é a simbiose humana e máquina.

A Specialized tem três linhas que são indicadas para provas longas de estrada, Tarmac, Roubaix e a Allez.  Quais as principais diferenças entre elas?

– Tarmac :  composta por oito modelos, entre masculinas e femininas, essa bicicleta chegou a vitória nos três grandes tours, é a máquina do carismático tri campeão Peter Sagan. A Tarmac é uma bicicleta com condução mais agressiva, respostas rápidas, especialista em subidas e alto desempenho nas curvas, a performance tem um peso maior que o conforto, material e tecnologia de ponta, diferenciando os componentes por modelo, versão high end Sworks Tarmac Sagan Superstar.

– Roubaix / Ruby –  A prova de um dia Paris – Roubaix realizada no norte da França, é famosa pelas ruas pavimentadas de paralelepípedos, e que os ciclistas sofriam demais, esse modelo prima pela alta tecnologia dos materiais, desempenho mas principalmente pelo conforto da pilotagem, o objetivo principal é que a absorção de impactos (Future Shock) permita uma condução mais suave mas sem perder demasiada performance, uma bicicleta de endurance, versão high end  Maclaren, uma obra prima com muita tecnologia e gadgets.

– Allez – A família Allez é uma das mais tradicionais da Specialized, disponível no Brasil em cinco versões e a opção somente do quadro. É o resultado de anos de experiência com o alumínio, deixando o material mais confortável e consideravelmente mais rígido, o modelo fica entre a performance e o conforto, a versão em destaque é a Sprint com tecnologis DSW, que posiciona a solda onde é necessário.

Fora toda essa tecnologia dessas máquinas, elas são incrivelmente lindas, agora a maior dificuldade vai ser qual escolher para estar na linha de largada do GFNY Brasil 2018.


For a gran fondo or a long distance bike race, choosing the right bicycle is almost as important as your physical preparation. The correct equipment allows you to have the proper tool and to be able to pedal with comfort and performance, without extra pains.

When we talk about ideal model, we don’t mean a specific model, but, within your possibilities, the one which fits in the most with your profile. It’s important to take in consideration each ones form of pedaling and the relevance for each individual, after all, it’s all about the symbiosis between human and machine.

Specialized has three lines that are recommended for long distance races; Tarmac, Roubaix and Allez. So what are the main differences in between them?

Tarmac: Composite of eight different models, between male and female, this bike has reached victories in the three grand tours, it’s the machine chosen by the charismatic three times champion Peter Sagan. Tarmac has a more aggressive conduction, quick responses, specialized in climbing and high performance in curves, it’s performance has a bigger weight than it’s comfort, material and technology, differentiating the compounds per model, high end version S-Works Tarmac Sagan Superstar.

Roubaix/Ruby: The one-day race Paris-Roubaix, that takes part in the north of France, is famous for it’s stone streets, in which the competitors suffered tremendously. This model primes for it’s high tech in materials and performance, but essentially for the comfort while cycling, it’s prime objective is impact absorbance (Future Shock) allowing a smoother ride, but without losing too much performance, and endurance bike, Mclaren high end version, a masterpiece with lot’s of technology and gadgets.

Allez: The Allez family is one of the most traditional within Specialized. Available in Brazil in five different versions and one frame, it’s the result of years of experience with aluminum, making the material much more confortable and considerably more rigid, the model stands between performance and comfort. Its highlight bike is the Sprint, with DWS technology, positioning the weld in the proper place.
Besides all this technology, the bikes are incredibelly beautifull. Now, the biggest problem is which one of those to choose from to position yourself at the star line for GFNY Brasil 2018.

Tarmac 2018
SW Etap Carb
WMN SW
Men SW S16 Ultra Light
Ruby Elite
Allez

Group Ride GFNY Brasil Vale das Videiras no dia 28/1

O ano começa bem com o primeiro treino oficial GFNY Brasil!

As vagas são limitadas e podem participar aqueles que já se inscreveram no GFNY Brasil 2018.

O Group Ride faz parte do evento Test the Best Specialized, ou seja, além de se preparar para a prova em agosto, você poderá testar as melhores bikes Specialized.

Inscreva-se e marque essa data na sua agenda!

GROUP RIDE BR GFNYBrasil presente no TEST THE BEST SPECIALIZED 2018
Data: 28/01/18
Concentração: Galpão Caipira – Vale das Videiras às 8:30h
Saída: 9:00h

Percurso curto: 48km
Galpão Caipira /Centro de Paty do Alferes / Galpão Caipira

Percurso longo: 101km
Galpão Caipira / Estação Ferroviária de Cavaru – Distrito de Paraíba do Sul / Galpão Caipira

Mulheres no Esporte

No dia 19/10 desse ano em São Paulo aconteceu um encontro com o tema, Mulheres no Esporte. O bate papo foi realizado no dentro espaço MIT Point do JK Iguatemi.

O time escolhido para discutir o assunto, era formado pela Erika Sallum (Ciclocosmos), Renata Falzoni (Bike é Legal), Fernanda Venturini (GFNY Brasil) e Luisa Jucá (GFNY Brasil), e do outro lado muitas mulheres que fomentam o ciclismo, como a Claudia Franco (Ciclofemini), Renata Mesquita (Pelotão das Minas), Marina Richwin (Specialized) e a multi campeã Adriana Nascimento.

Falando um pouco com números relacionados ao segmento feminino, a quantidade de atletas mulheres federadas pela CBC (Confederação Brasileira de Ciclismo) é um pouco mais de 700, contra 7500 de homens federados.

Analisando uma matéria que a BBC publicou, onde desde 2013 conseguiram aumentar 723 mil mulheres pedalando através do programa #weride e que o objetivo é chegar a um milhão delas em suas bicicletas, buscamos entender as principais dificuldades e como atuar no nosso mercado.

Um dos principais motivos que bloqueiam a entrada de novas ciclistas, tanto lá como aqui é a segurança nas estradas. No Brasil podemos ampliar isso para a segurança das cidades. Com segurança, cresce o grau de confiança das ciclistas urbanas que passam a optar pela bicicleta como meio de mobilidade.

Esse programa detalha incentivo à abertura de clubes femininos de ciclismo, que hoje são mais de 500 espalhados pelo mundo. Seguindo a tendência, observa-se o crescimento de mais de 70% de treinadoras femininas e quase 80% de licenças de corrida para mulheres, mulheres já ocupam cargos na confederação. O reflexo disso tudo já ocorreu na Olimpíada e Paraolimpíada
do Rio de Janeiro, com dez pódios e mais de vinte títulos mundiais desde 2013.

Quando Adriana Nascimento decidiu ser atleta, não encontrava equipamento adequado e usava capacete e sapatilha maiores e bicicletas masculinas.

Hoje já encontramos algumas opções, mas o mercado está apenas engatinhando e precisa oferecer e acreditar nesse crescimento das mulheres no esporte. Marina Richwin, gerente de Marketing da Specialized, nos contou que o número de mulheres no ciclismo cresceu 85% em 2017 e espera ainda mais dos próximos anos. Em artigo da BBC, o mesmo comportamento se repete e o segmento de road bike feminina apresentou a maior porcentagem de crescimento representando 10% do total das vendas, ou seja, tem muito espaço para crescer.

As provas são um dos amplificadores do ciclismo. É fundamental uma igualdade na divisão de categorias, para que a mulher se sinta desafiada e tenha parâmetros justos e troféu para as melhores colocadas.

Cláudia Franco, bicampeã do Brasil Ride Road em sua categoria, falou sobre a motivação de entrar nas provas para brigar por uma colocação e como isso faz toda a diferença na escolha de quais eventos participar e do número de mulheres participantes.

O GFNY Brasil, é uma das provas com maior porcentagem de mulheres, o número beira os 30% do total de inscritos. As organizadoras Fernanda Venturini e Luisa Jucá entendem e valorizam a presença feminina. Para isso, entregam prova com infraestrutura que permite segurança e confiança das mulheres da elite do ciclismo e para as que querem ter o desafio de participar de uma prova de longa distância.

Em 2018, a expectativa é que o número seja ainda maior e que mais mulheres possam viver a emoção de uma grande prova.

Grupos de treinos Femininos em São Paulo:
– Velo Vert – (treinamento específico para o GFNY Brasil e provas de longa distância)
– Ciclofemini – (técnica de pilotagem de road bike)
– Pelotão das Minas – (treino semanal na ciclocapivara)

Por: Ricardo Gaspar

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Como foi participar do GFNY Brasil

Participar de um Gran Fondo, está na lista de desejos de qualquer ciclista, e não era diferente comigo, esperava a oportunidade de participar e analisava a logística de ter que fazer isso fora do país.

Quando vi a chamada, com as tradicionais cores verde e preta e o anúncio que teríamos uma prova aqui no Brasil, e logo ali na serra fluminense do Rio de Janeiro, meu coração até bateu mais rápido e a decisão estava tomada, estaria na linha de largada em Conservatória no dia 06 de agosto.

Passada a ansiedade inicial pós clique, com a inscrição impressa, a prova já tinha começado, fui pesquisar o gráfico de altimetria e aquele frio na barriga inevitável e a dúvida se com aquele monte de subida eu chegaria ao final dos 160 km.

As semanas seguintes foram de treinos na medida do possível, pesquisas sobre o trajeto e countdown para o grande dia.

Nesse processo o grande desafio já tinha nome, Serra da Beleza, apesar da imagem do local ser de encher os olhos, pensar que enfrentaríamos 14 km de subida no trecho final, minava o psicológico e amolecia as pernas.

Saímos de São Paulo na véspera da prova, e fizemos uma viagem tranquila, passamos por Ipiabas e chegando em Conservatória, alguns ciclistas já testavam suas bicicletas em um dos trechos do trajeto.

A cidade já transpirava o mundo do ciclismo, a energia de pré prova era quase palpável, todos apaixonados pela bicicleta, gente de todo país e algumas bandeiras de fora. A arena montada, um local para expositores e retirada do kit, pegava pela primeira vez nas mãos, a placa e chip e a inédita camisa do GFNY Brasil.

Voltei ao Hotel Martinez, que escolhi pela proximidade da linha de largada e chegada, isso é fundamental para evitar aquela correria e fazermos a preparação com calma e termos certeza que nada ficou pra trás. Jantamos uma massa oferecida ao som de serestas e fui dormir e sonhar com o dia seguinte.

Acordar e olhar para fora e ver aquele céu azul e o mar verde de ciclistas e suas bicicletas é a certeza que você está no lugar que deveria estar, alinhei e aguardei a contagem e iniciar o primeiro metro desse sonho de 160 km.

A primeira parte já apresentou algumas subidas, o coração vai se acalmando, você acha o ritmo e vai ao som da respiração, o ciclismo permite você encontrar pessoas pelo caminho, conversar um pouco, compartilhar a alegria ou sofrimento e seguir o caminho.

Voltei a Conservatória para o segundo trecho, acreditando que teria um refresco até o próximo retorno, mas o vento estava contra e todo giro no pedal solicitava um pouco mais de esforço, o vento é um dos fatores que mais mina o psicológico, cheguei ao ponto de retorno cansado e pensando que a serra estava por vir.

Sentei na cadeira de um dos fiscais, muita água, comi bastante, relaxei uns minutos e parti para a linha de chegada, dessa vez o vento empurrava, e fui vencendo subida a subida, sabia que quando avistasse a Ponte dos Arcos, teria só descida até a chegada, e essa visão parecia uma miragem.

Atravessei a ponte com um sorriso no rosto e fui com o resto de força pra cruzar a linha e buscar minha tão esperada medalha do GFNY Brasil.

Depois da prova, só agradecer a organização, tivemos suporte durante todo o percurso, não faltou nada nos pontos de hidratação, fiscais simpáticos, enfim uma grande festa do ciclismo que você não pode deixar de participar em 2018.

Por: Ricardo Gaspar

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Como foi o GFNYBrasil

Gran Fondo New York estreia com sucesso no Brasil
Maior maratona de ciclismo do mundo foi realizada neste domingo em Conservatória

Famoso em todo o mundo, o Gran Fondo New York fez sua estreia no Brasil neste domingo (06.08), em Conservatória, distrito do sul do Rio de Janeiro. Os 1.200 ciclistas amadores e profissionais pedalaram pelas curvas da Serra da Beleza, encarando uma altimetria desafiadora, em dois percursos, 72 e 160km, aprovaram o desafio e elogiaram bastante a organização.

“A cidade toda esteve envolvida no evento. Nosso pessoal se esforçou muito para fazer um grande evento. A prova foi um grande sucesso”, analisou Maria Luisa Jucá, uma das sócias do GFNY Brasil.

Quem também comemorou o sucesso do evento foi Fernandinho Graça, prefeito de Valença, município do qual o distrito de Conservatória faz parte. “Acredito que o sucesso é resultado da nossa dedicação e comprometimento de todas as partes. Ficamos felizes em ter sido palco desse espetáculo, as organizadoras acertaram na escolha da cidade”, afirmou.

Entre os homens, Antonio Garnero fez o melhor tempo, 04:29:18, seguido bem de perto por Orlando Neves, que chegou um segundo depois. Eder de Amorim foi o terceiro. A melhor entre as mulheres foi Marcella Toldi, com 04:46:29, seguida de Ana Paula Polegatch e Maria Gianella. Marcella também venceu o desafio da altimetria, levando o título de Rainha da Montanha. Hugo Alvez Neto levou o título de Rei da Montanha.

Mais que uma competição de ciclismo, o GFNY Brasil reuniu aficionados pelo pedal e acumulou elogios. “Uma das mais importantes provas do mundo do ciclismo pela excelência de sua organização”, definiu o técnico Bernardinho, que completou a prova de 160km.

Fotos: Ivo Gonzalez

Aguarde novidades.

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Discutindo a Relação

Faltando pouco mais de 35 dias para o GFNY Brasil, vivo junto essa expectativa e preparação para a  prova, e até lá, dividirei isto com vocês, com informações que podem ajudar e motivar nesse  sprint final.

Me apresentando, sou o Ricardo Gaspar, publicitário, fotógrafo, fundador da One Bike Hub,  colaborador do Bike é Legal e Revista Bicicleta e ciclista em tempo integral, rodei pouco mais  de 30 mil quilômetros nos últimos anos e pedalei tudo que podia ser movido com os pés (road,  mtb, fixa, hibrída e até pedalinho), fiz muitas provas, cicloviagens e como entusiasta  apaixonado, sonho com a camisa verde e a medalha de finisher de um GFNY, sim, o do Brasil  será o meu primeiro e quero completar junto com todos vocês.

Assim que decidimos participar de uma prova, o primeiro passo é avaliar a altimetria e  distância, que significa a quantidade de metros que você irá subir entre o início e a linha final,  o percurso de Conservatória é desafiador, nos seus 160 km tem próximo a 3200 mts de  altimetria, e no de 72 km temos 1200 mts ou seja, tem muita subida pra todo mundo.

Pontos mais duros do percurso.

Teremos logo no início 7km de subida, depois um trecho curto antes de Ipiabas com 1 km, mas  com 14% de inclinação e a linda Serra da Beleza com seus 11km, o que nos tranquiliza é que se  tem subida, também tem muita descida, o que permite a recuperação, ou pelo menos ganhar  um fôlego novo.

Analisando o gráfico altimétrico da prova, vem uma decisão importante, definir qual relação  usar, é hora de discutirmos a relação.

Tudo que eu escrever, será uma visão mais abrangente, existe um fator principal que pode  mudar toda a equação, que é o fator humano, cada ciclista é diferente, por peso, força, corpo,  por isso o uso linhas gerais e de uma forma que seja acessível a grande parte.

Entendendo o que é a relação ou transmissão, é ela que basicamente põe a bicicleta em  movimento, transferindo a energia do ciclista para a bicicleta, é composto pelo pedivela, por  um conjunto de engrenagens e pela corrente, tudo deve ser compatível.

As bicicletas possuem dois conjuntos de engrenagens, na frente que chamamos de coroa que  variam de uma a três, as bicicletas de estrada geralmente possuem duas, e na roda atrás o  cassete, que pode chegar até 11 discos de tamanhos diferentes. São esses círculos com  pequenos dentes por onde passa a corrente, que definem a energia necessária para coloca-la  em movimento, e que chamamos de marchas, quanto maior a da frente, maior será o força e  quanto maior a de trás menor será o esforço, a combinação entre ambas permite encontrar  um grande número de possibilidades. A multiplicação da quantidade da frente com a de trás é  o número de marchas da sua bicicleta.

São esses conjuntos que definem a composição que queremos, podemos escolher entre  relações mais pesadas e mais leves, dependendo de como a prova irá se apresentar, é preciso  sempre verificar a compatibilidade entre as partes antes de qualquer mudança, o tamanho do  cage (peça de metal por onde passam as roldanas) e a corrente.

Voltando um pouco na história, não só as bicicletas mudam com o tempo mas a forma de  pedalar também, antes acreditava-se que pedalar com as marchas mais pesadas era o ideal,  com o Armstrong iniciou-se a era da cadência, girar mais, sem esgotar a musculatura, assim  você conseguiria ter um rendimento alto por um tempo maior, e com isso, o conjunto de  relações foi mudando, pois era importante você conseguir segurar a cadência alta nas  diferenças de planos, hoje temos conjuntos de 11 engrenagens (catracas) atrás, permitindo  que você tenha uma sútil diferença em cada marcha e consiga manter o giro.

Tudo isso, para entendermos, qual a melhor relação para uma prova de longa distância e  grande altimetria, a escolha correta pode ser a diferença entre completar ou não, a sugestão é  de ir com um conjunto mais leve, que permita você encarar as longas subidas sem grande  desgaste muscular (relação 34/50 32/11), lembre-se sempre da compatibilidade entre frente e  trás, teste e treine, o importante é o ciclista se sentir confortável. A melhor maneira, é buscar  locais semelhantes ao da prova e sentir o desempenho e definir a necessidade ou não de  alguma mudança na relação.

Dicas para Subir:

  • Não gire leve demais
  • Não gire pesado demais
  • Mantenha o SEU ritmo
  • Incline o torso a frente
  • Varie a posição no selim
  • Hidrate-se
  • Paciência e concentração
  • Pneus calibrados
  • Aprecie a paisagem

Agradecimento ao Caetano Barreira proprietário da Velodrome e profundo conhecedor, deu  uma aula sobre relação e as mudanças do esporte, para que o texto fosse construído.

Texto: Ricardo Gaspar
onebikehub@gmail.com
Fotos: internet

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O Gran Fondo

A história do Gran Fondo começa em 1971 como Nove Colli, na cidade de Cesenatico que  pertence a Costa Adriática italiana, o nome se refere as nove colinas que fazem parte do  percurso, o clube organizador de ciclismo local, contou com nomes como Fausto Coppi e o  menino Marco Pantani.

Hoje, esta é considerada a maior festa do ciclismo italiano, com dois dias de exposição e 12 mil  ciclistas que esgotam as inscrições em menos de um minuto.

Não é possível a tradução ao pé da letra do termo Gran Fondo, quer dizer grande superfície,  mas para os ciclistas, significa grande desafio, ou provas de longa distância, hoje temos  geralmente duas opções, para que mais pessoas possam viver essa emoção.  Em 2011 foi fundado o GFNY, e a imagem da ponte George Washington coberta de um verde  vivo se deslocando como um mar pelas ruas e estradas, não tinha outro destino que não fosse  o sucesso, e de levar essa energia para outros tantos países, fato que aconteceu a partir de  2014.

A grande mágica, está na junção de percursos desafiadores, excelente organização, paisagens  incríveis e do amador viver as mesmas condições de uma grande prova profissional. Nesta  primeira edição no Brasil, a cidade de Conservatória no Rio de Janeiro foi a escolhida para  receber e transformar cada participante presente.

No distrito de Valença conhecida como “Cidade das Serestas”, é comum encontrarmos placas  nas casas com trechos de serestas, escolhidas pelo próprio morador, e a noite saem pelas ruas  cantando suas canções preferidas.

Conservatória, tem em Portugal o nome de origem, e era uma espécie de cartório de registro  de populações, onde os portugueses cadastravam os índios da região, a entrada principal é  marcada pelo famoso túnel que chora, construído por escravos para passagem da linha férrea,  algumas fazendas históricas remetem ao apogeu da época do café na região.

A prova inaugural do GFNY no Brasil, nos colocará dentro de um desafio físico e mental,  emoldurado por paisagens de tirar ainda mais o fôlego, e muito rico em história, cada  quilômetro será inesquecível.

Contando os dias para viver essa oportunidade.

Be a Pro For a Day

Ricardo Gaspar

 

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Informações completas para Group Ride GFNYBrasil em Conservatória de 10 de junho

Ciclistas de todo o Brasil inscritos no último group ride GFNYBrasil poderão fazer o reconhecimento do percurso oficial em um dia.  O treino com inscrições esgotadas acontecerá  na cidade de Conservatória (RJ) no sábado, dia 10 de junho de 2017. O ponto de encontro será em frente à Locomotiva 206 às 8h30 com saída às 9h.

É uma oportunidade inédita para simular as provas de 72km e 160km.  Prepare-se pois os percursos serão feitos em um dia somente e as orientações serão dadas durante a concentração no próprio sábado.

Os inscritos devem levar doação de um ou mais produtos desta lista que será encaminhada para o Hospital Gustavo Monteiro Jr em Conservatória:

arroz (1kg), feijão (1kg), açúcar (1kg), farinha de trigo (1kg), fubá (1kg), macarrão (1 pacote), óleo (1 litro), molho de tomate (1 lata), sal (1kg), biscoitos cream cracker e de maisena, suco de garrafa concentrado de caju/maracujá, material de limpeza (diversos) e material de higiene pessoal (diversos).

A doação é obrigatória mas a quantidade de itens fica a seu critério. Os produtos serão recebidos na sexta-feira no próprio hospital que fica no Centro de Conservatória e no sábado no local da concentração.

Na sexta-feira, dia 9 de junho, produtos especiais  GFNYBrasil e camisas GFNY que trouxemos de NY estarão à venda no hotel Rochedo. No sábado, eles podem ser comprados durante a concentração.

——
The last GFNYBrasil official road reconnaissance at Conservatória (RJ) is sheduled to happen on this Saturday, July 10th 2017. Meeting point will be in front of Locomotiva 206 at 8h30, with departure at 9 o’clock.

Subscriptions are sold out.

It´s an opportunity to simulate the 72km and 160km routes. Prepare yourselves because the routes will be made in just one day.

We ask cyclists to bring any of these products to the Hospital Gustavo Monteiro Jr.: rice (1kg), beans (1kg), sugar (1kg), flour (1kg), pasta (1 pack), tomato souce (1 pack), salt (1kg), cream cracker biscuits, concentrated juices (cashew or passion fruit), cleaning material, personal hygiene material.

Those products can be delievered on friday at Hospital Gustavo Monteiro Jr located at Conservatória´s Downtown and on saturday at the meeting point. Cyclists can choose how many itens will be donated.

On friday we will sell our exclusive products at Rochedo Hotel. On saturday the sale will be done at the meeting point.

 

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